Chamado ao arrependimento, realinhamento espiritual e ação prática como expressão do governo divino na terra

A Igreja tem a missão de proclamar e antecipar, no tempo presente, a realidade do governo de Deus. Ela não é um fim em si mesma, mas o instrumento visível do Reino na terra. Tudo começa com uma convocação radical ao arrependimento. Arrependimento não é apenas remorso, mas mudança de mente (metanoia), uma transformação interior que nos transfere para o Reino do Filho.

● A Jurisdição: Fomos selados pelo Espírito Santo (Atos 2:1-4).
● O Visto: Recebemos autoridade celestial e poder para testemunhar em toda parte (Atos 1:8).

Viver esse Reino exige um realinhamento total. Segundo Mateus 6:33, a prioridade deve ser o governo divino. Isso significa filtrar nossas decisões — carreira, relacionamentos e finanças — a partir de uma pergunta essencial:
“Isso expande o Reino de Deus ou o meu ego?”

Ao buscar, em primeiro lugar, a justiça de Deus, rompemos com a escravidão da ansiedade e do consumismo, assumindo uma postura de confiança e dependência do Senhor.

A natureza dessa agência é prática e se manifesta em três frentes fundamentais (Romanos 14:17):

  1. Justiça: Restauração dos vínculos com Deus, com o próximo e com a criação.
  2. Paz: Reconciliação e promoção da unidade em um mundo marcado pela polarização.
  3. Alegria no Espírito: Resistência espiritual que sustenta a esperança, mesmo em meio à dor.

A fé em ação

Essa manifestação do Reino torna-se tangível por meio de dois eixos centrais:

● Evangelismo: A convocação para que o mundo mude de lealdade e reconheça o senhorio de Cristo.
● Discipulado: Uma verdadeira “alfabetização ética”, que nos ensina a viver, na prática, os valores do Rei.

Conclusão: A Igreja é a voz profética que testemunha ao mundo uma verdade urgente: o Rei está voltando, e o Seu governo já começou em nós.

Por: Hilquias Paulino de Morais

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *