{"id":3168,"date":"2020-12-09T15:24:20","date_gmt":"2020-12-09T18:24:20","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/?p=3168"},"modified":"2020-12-09T15:24:21","modified_gmt":"2020-12-09T18:24:21","slug":"cai-numero-de-pessoas-nascidas-e-registradas-no-brasil-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/2020\/12\/09\/cai-numero-de-pessoas-nascidas-e-registradas-no-brasil-em-2019\/","title":{"rendered":"Cai n\u00famero de pessoas nascidas e registradas no Brasil em 2019"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Pesquisa foi divulgada&nbsp;hoje&nbsp;pelo IBGE&nbsp;<\/h3>\n\n\n\n<p>A pesquisa Estat\u00edsticas de Registro Civil, divulgada&nbsp;hoje&nbsp;(9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostra que 2.888.218 pessoas foram registradas no pa\u00eds em 2019. A pesquisa foi feita com base em dados relatados por mais de 20 mil entidades, entre cart\u00f3rios, varas de fam\u00edlia, varas c\u00edveis, foros e tabelionatos.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1395936&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1395936&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p>Desse total, 2.812.030 foram registrados no ano do nascimento e 76.188 nasceram em anos anteriores. O n\u00famero de pessoas nascidas e registradas em 2019 teve redu\u00e7\u00e3o de 3% no Brasil, em compara\u00e7\u00e3o ao ano anterior, ap\u00f3s dois anos de alta (2,6% em 2017 e 0,9% em 2018). A maior queda foi observada no estado do Rio&nbsp;de Janeiro&nbsp;(5,4%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a pesquisa, entre 2010 e 2019, as maiores propor\u00e7\u00f5es de nascidos vivos tinham m\u00e3es, na ocasi\u00e3o do parto, nas faixas et\u00e1rias de 20 a 24 anos (24,5%), 25 a 29 anos (23,8%) e&nbsp;e 30 a 34 anos (21,1).&nbsp;O menor percentual de nascidos vivos em 2019 tinha m\u00e3es com 40 anos de idade ou mais (3,4%).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dos t\u00e9cnicos do IBGE, os n\u00fameros mostram que houve redu\u00e7\u00e3o de partos de mulheres mais jovens em rela\u00e7\u00e3o a anos anteriores&nbsp;e amplia\u00e7\u00e3o em mulheres na faixa de 30 a 39 anos, no ano passado, o que confirma observa\u00e7\u00f5es feitas nos censos demogr\u00e1ficos de redu\u00e7\u00e3o das taxas de fecundidade das mulheres mais jovens.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o instituto, a propor\u00e7\u00e3o de nascimentos gerados por m\u00e3es com idade de 30 anos ou mais j\u00e1 responde por 37,4% do total de nascimentos do pa\u00eds, sendo que, em 1999&nbsp;essa propor\u00e7\u00e3o era de 23,7%.<\/p>\n\n\n\n<p>A estimativa de sub-registro de nascimentos em 2018 foi de 2,37% no Brasil, com o percentual mais alto encontrado na Regi\u00e3o Norte (8,55%) e o mais baixo (0,31%) na Regi\u00e3o Sul. A estimativa de nascimentos ocorridos em 2018 e n\u00e3o registrados alcan\u00e7a 77.495, com 39% na Regi\u00e3o Norte&nbsp;e 38% no Nordeste. Por estados, o Par\u00e1 det\u00e9m a lideran\u00e7a de nascidos em 2018 e n\u00e3o registrados: 13.629.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Casamentos civis<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 2019, foram celebrados 1.024.676 casamentos civis, dos quais 1.015.620 de c\u00f4njuges de sexos diferentes e 9.056 do mesmo sexo. A \u00fanica regi\u00e3o que apresentou aumento do n\u00famero de casamentos de pessoas do mesmo sexo, (+6,5%), entre 2018 e 2019, foi o&nbsp;Norte. Segundo o IBGE, houve retra\u00e7\u00e3o de casamentos civis em geral, em compara\u00e7\u00e3o a 2018, de 2,7% (28.791 uni\u00f5es a menos). Essa foi a&nbsp;quarta&nbsp;queda consecutiva na compara\u00e7\u00e3o anual: de -3,7% de 2015 para 2016; de -2,3% de 2016 para 2017; de -1,6% de 2017 para 2018 e, agora, de&nbsp; -2,7% entre 2018 e 2019. A m\u00e9dia mensal de casamentos registrados ficou em 84.635. Todas as regi\u00f5es tiveram queda no n\u00famero de casamentos civis registrados em cart\u00f3rio, em especial o Sudeste (-4%).<\/p>\n\n\n\n<p>A sondagem mostra tamb\u00e9m que o n\u00famero de registros de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, depois da alta de 61,7% verificada de 2017 para 2018, caiu 4,9 % entre 2018 (9.520) e 2019 (9.056). O total de casamentos dessa natureza, no ano passado, entretanto, ainda \u00e9 bem superior ao observado em 2017 (5.887). No arranjo conjugal de sexos diferentes, a idade m\u00e9dia dos c\u00f4njuges solteiros ao casar, no ano passado, era de 31 anos para homens e de 28 anos para as mulheres. Em casamentos do mesmo sexo, a idade m\u00e9dia ao casar foi de 34 anos para os homens e 33 para as mulheres.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Div\u00f3rcios<\/h2>\n\n\n\n<p>No ano passado, foram feitos 383.286 div\u00f3rcios (queda de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2018), dos quais 302.883 foram judiciais e 80.403 extrajudiciais. No per\u00edodo de 2007 a 2019, foram quase quatro div\u00f3rcios judiciais para um extrajudicial. Entre 1984 e 2019, a m\u00e9dia encontrada foi de tr\u00eas casamentos para um div\u00f3rcio. A taxa geral de div\u00f3rcio que, em 1984, atingia 0,44%, em 2019 subiu para 2,48%.<\/p>\n\n\n\n<p>Os div\u00f3rcios com sistema de comunh\u00e3o parcial prevaleceram tanto em 2009 (79%), quanto em 2019 (89,6%), enquanto aqueles com comunh\u00e3o universal ca\u00edram de 17%, em 2009, para 6,2%, no ano passado. As separa\u00e7\u00f5es permaneceram est\u00e1veis (4%, em 2009, e 4,2%, em 2019). A pesquisa revela ainda que, em 2009, o tempo m\u00e9dio entre a data do casamento e a data da senten\u00e7a ou escritura do div\u00f3rcio era de 17,6 anos. Em 2019, o tempo m\u00e9dio de dura\u00e7\u00e3o do casamento caiu para 13,8 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa do IBGE identifica que, em decorr\u00eancia da Lei do Div\u00f3rcio, a propor\u00e7\u00e3o de guarda compartilhada entre os c\u00f4njuges com filhos menores, que era de 7,5%, em 2014, cresceu para 26,8%, em 2019.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00d3bitos<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 2019, as estat\u00edsticas de registro civil contabilizaram um total de 1.331.983 registros de pessoas falecidas, das quais 1.317.292 morreram durante o ano, e 14.691, ou 1,1% do total, em anos anteriores ou ignorados. Foram informados sexo e idade de 1.314.103 pessoas mortas e ignorados ou desconhecidos para 3.189 \u00f3bitos (0,3%), com aumento de 24,5% dos \u00f3bitos registrados nos \u00faltimos 11 anos. De 2018 para o ano seguinte, o total de mortes&nbsp;aumentou 2,63% (33.796 registros).<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa mostra que, de 1978 a 2019, o percentual de \u00f3bitos de pessoas menores de 5 anos de idade caiu de 30,1% para 2,7%. No sentido oposto, evolu\u00edram as mortes de pessoas com 65 anos ou mais de idade, de 32,6% para 61,1%.<\/p>\n\n\n\n<p>Na an\u00e1lise dos \u00f3bitos n\u00e3o naturais por sexo e idade, verificou-se que a maioria das mortes em 2019 ocorreu entre homens, nas faixas et\u00e1rias de 20 a 24 anos de idade (12.457), 25 a 29 anos de idade (10.141), 30 a 34 anos (9.102) e 35 a 39 anos (8.125). As mulheres s\u00f3 ficam \u00e0 frente dos homens nos \u00f3bitos de pessoas de 80 anos ou mais:&nbsp;2.601, contra 2.493.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, foram registradas 98.850 mortes de causas n\u00e3o naturais no Brasil, com o maior percentual (11,3%) identificado no Norte, seguido do Nordeste (9,8%) e do Centro-Oeste (8,3%). Em todas as regi\u00f5es, houve queda dos \u00f3bitos de causas n\u00e3o naturais, em rela\u00e7\u00e3o a 2009, revela a pesquisa do IBGE. Naquele ano, os percentuais mais altos foram registrados no Centro-Oeste (13,1%) e no Norte (12,2%).<\/p>\n\n\n\n<p>As faixas et\u00e1rias de 15 a 24 anos e de 25 a 34 anos detiveram os maiores percentuais de registro de mortes por causas n\u00e3o naturais no pa\u00eds. No grupo de 15 a 24 anos de idade, os maiores registros de \u00f3bitos masculinos por causas n\u00e3o naturais ocorreram na Bahia (83,1%) e no Rio Grande do Sul (79,9%). O IBGE destaca que, em 2019, um homem de 20 anos tinha, aproximadamente, nove vezes e meia mais chance de morrer antes de completar os 25 anos do que uma mulher.<\/p>\n\n\n\n<p>A estimativa de sub-registro de \u00f3bitos entre 2015 e 2018 foi de 4%. Em 2018, o sub-registro de mortes foi maior no Maranh\u00e3o, onde atingiu 26,36%, seguindo-se o Amap\u00e1 (22,79%) e Par\u00e1 (18,19%). Em 2018, ocorreram 53.415 \u00f3bitos n\u00e3o registrados. Nordeste e Norte apresentaram os maiores percentuais (58,8% e 21,3%, respectivamente). Maranh\u00e3o e Par\u00e1 aparecem no topo da lista, entre os estados, na estimativa de \u00f3bitos ocorridos e n\u00e3o registrados, com 9.523 e 7.515.<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Edi\u00e7\u00e3o: Gra\u00e7a Adjuto-Publicado em 09\/12\/2020 &#8211; 10:02 Por Alana Gandra &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil &#8211; Rio de Janeiro<\/h6>\n<div class=\"jorna-rodape jorna-entity-placement\" id=\"jorna-2445158634\"><div id=\"jorna-2157981678\"><a href=\"https:\/\/gkscontabilidade.com\/\" aria-label=\"GKS Contabilidade\"><img src=\"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/GKS-Contabilidade.jpeg\" alt=\"\"  srcset=\"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/GKS-Contabilidade.jpeg 1600w, https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/GKS-Contabilidade-300x65.jpeg 300w, https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/GKS-Contabilidade-1024x223.jpeg 1024w, https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/GKS-Contabilidade-768x168.jpeg 768w, https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/GKS-Contabilidade-1536x335.jpeg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" width=\"1600\" height=\"349\"   \/><\/a><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa foi divulgada&nbsp;hoje&nbsp;pelo IBGE&nbsp; A pesquisa Estat\u00edsticas de Registro Civil, divulgada&nbsp;hoje&nbsp;(9) pelo Instituto Brasileiro de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3169,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-3168","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3168","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3168"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3168\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3170,"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3168\/revisions\/3170"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3169"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3168"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3168"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornalvaleevangelico.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3168"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}