Pr. José Martins de Calais Junior quatro anos à frente do ministério

Pr. Jose Martins de Calais Junior Presidente do ministerio Cel. Fabriciano Ipatinga e presidente da COMADVARDO

Em 12 de fevereiro de 2016 o Pr. José Martins de Calais Junior assumiu Assembleia de
Deus Ministério Cel. Fabriciano Ipatinga em 2020 completou quatro anos na presidência, o Pr. José Martins de Calais Junior fala sobre convicções, desafios e conquistas da trajetória.

Como tem sido esses quatros anos de experiência como presidente da Assembleia de Deus Ministério Cel. Fabriciano Ipatinga?
Muito proveitosos. Tenho tido experiências muito marcantes e posso dizer que o êxito que estamos tendo é baseado em duas coisas: A primeira
é o aprendizado que tive sendo pastoreado pelo Pr. Antônio Rosa, uma pessoa calma, tranquila e equilibrada que me ensinou a não ter
pressa com as coisas e dar liberdade aos obreiros para trabalhar. Foi realmente uma escola. A segunda coisa é que pegamos um Ministério
organizado com obreiros de mesma formação e pessoas humildes e trabalhadoras. Eu diria que o êxito desses quatro anos se deu porque demos continuidade com humildade, sem querer sobrepujar ao que já havia sido feito.
Nesse período, o senhor considera que a igreja cresceu como deveria?
Com certeza! Como tenho dito, crescemos dentro de uma continuidade. Em alguns desses anos, nós batizamos quase mil pessoas no período de um ano. Se fizermos uma média desses quatro anos, nós batizamos mais de 700 pessoas por ano. É claro que também há perca, mas nosso relatório mostrou um resultado positivo, principalmente em 2019. Tributamos a Deus toda a glória e todo o louvor.
Quais as realizações fi caram eternizadas para você?
Dentre as ações, nós criamos a Escola READ. Não foi fácil! Há dois anos, nós abraçamos essa obra e hoje a READ é uma realidade. Podemos ver como essa escola tem tido resultado em pouco tempo e isso é uma resposta
positiva para a sociedade ipatinguense. Outra realização foi o projeto de evangelismo na cidade chamado “Meu Bom, que foi a união de equipes de Evangelismo e Ações Sociais de várias igrejas do nosso Ministério, com coordenação do diretor e 2º vice-presidente Pr. Waldir Gonçalves.
Teve algum momento que o senhor pensou em desistir ou sempre esteve convicto?
Sempre estive convicto. Em nenhum momento pensei em desistir, mas eu poderia ter pensado em não aceitar a presidência antes. Isso sim passou pela minha mente, mas depois que abraçamos a missão, a ideia foi sempre seguir adiante!
Você pretende ajustar algum foco nos próximos anos?
Embora tenhamos seguido o projeto do pastor Antônio Rosa, nós temos aperfeiçoado alguns detalhes e assim seguiremos porque o projeto é excelente, então estamos apenas ajustando para a realidade de hoje.
A missão de presidir o Ministério Cel. Fabriciano Ipatinga tem sido muito difícil?
Eu não pedi a Deus para ser presidente, mas estou convicto que Deus me colocou nessa posição, e quando é vontade de Deus, tudo é mais
fácil. Eu não tomo nenhuma decisão sem pedir a direção de Deus. Eu não presido com fardo, eu presido com muita tranquilidade e sinto a
graça de Deus para presidir.
Ano passado o senhor também assumiu a
presidência da COMADVARDO. Esse feito é
fruto de sua administração no Ministério Cel.
Fabriciano Ipatinga?

Provavelmente, o fato deu me tornar presidente da COMADVARDO tem a ver com a localização da cidade de Ipatinga e Cel. Fabriciano.
Aqui é um lugar central que tem recursos, rede de hotelaria e não tem difi culdade para abrigar uma convenção. Eu entendo que o primeiro motivo é este, assim como também acredito que o pastor Adão deve ter avaliado o
resultado do nosso trabalho.

Tem sido difícil conciliar estes dois?
Com toda sinceridade, não. Deus nos deu uma diretoria que trabalha muito unida e nos deu pastores que nos apoiam de forma maravilhosa.
Então, não tem sido fardo, pelo contrário, eu recebo incentivo. Meus pastores me honram muito para que eu desenvolva um bom trabalho
na convenção.

Depois que o Senhor assumiu, o Ministério amentou 4 regionais, isso é símbolo de crescimento?
Olha, o fato de criar regionais não quer dizer crescimento, mas é uma visão que o pastor Antônio Rosa já tinha estabelecido. Apenas segui.
Criar uma regional é dar espaço para alguns líderes desenvolverem um trabalho mais direto com o Ministério e descentraliza um pouco.
Essa iniciativa tem dado resultado ao que tange salvação de almas e crescimento da igreja local. Pastorear pastores é muito diferente de liderar igrejas?
Com certeza! Temos que ter muita paciência e muito respeito às diferenças. Tem que haver uma capacidade vindo do céu para pregar uma
harmonia e vivê-la. Eu posso dizer que temos tido essa harmonia em nosso Ministério com todos os obreiros.

O senhor teve alguma dificuldade em relação a essa mudança?
Em algum momento eu tive um sentimento de que estava faltando alguma coisa, mas esse sentimento tem sido suprido visitando as igrejas
porque onde eu chego, os pastores nos honram.

Qual sua visão em relação à área social para o futuro?
Eu penso que, o que temos que fazer agora é estruturar os trabalhos que nós já temos, e isso estamos fazendo. Estamos ampliando o Moriá,
a Ação Evangélica, as creches e a escola. Esse é o momento de investirmos naquilo que já adquirimos como obra social.

Como presidente, o senhor já foi criticado em alguma situação?
Sem dúvida! Em muitas situações, mas quem não é criticado também não cresce. Eu não absorvo as críticas de forma negativa. Qualquer observação ao meu Ministério será muito bem recebida, ainda que doa no momento. Eu sou uma pessoa que ouço, reflito bem o que a pessoa falou, peso na balança e se a pessoa tiver razão, eu não tenho difi culdade em mudar. Eu
até diria que os críticos têm me ajudado muito.

Hoje estamos vivendo dias difíceis e alguns pastores podem não cumprir sua missão. Como o senhor lida com essa situação?
Um presidente tem que pedir a Deus uma visão, ainda que ele não seja um psicólogo, mas é preciso estudar os perfi s dos obreiros. Tem obreiro que não vai muito bem em um lugar, mas em outro lugar se destaca, então eu tenho que estar de olho e ver como está o desenvolvimento de cada um, em cada área, e também, estar atento à necessidade de mudanças.


Pastor, deixe uma mensagem do seu coração para os nossos leitores.
Eu quero deixar uma palavra ao leitor do Jornal Vale Evangélico dizendo que a igreja Assembleia de Deus é uma igreja da família, que existe não para competir com outras igrejas, mas para abençoar as famílias. Eu e todos os pastores da Assembleia de Deus estamos à disposição de vocês e prontos para atendê-los caso tenham alguma dificuldade ou algum problema. Nós queremos abençoar a sua vida! A Assembleia de Deus não tem nenhum interesse em crescer apenas por crescer. Nosso alvo é ganhar
almas e preparar as pessoas para morar no céu. Deixo o meu abraço a cada um dos leitores e ao Josimar, que é o editor desse jornal. Deus
abençoe a todos, em nome de Jesus!

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