Níkolas Ferreira atrai mais de 4 mil jovens e adolescentes em palestras

“A bíblia condena o uso de drogas, ideologia de gênero, aborto e tudo o que o marxismo propaga. É incoerente ser cristão e apoiar grupos políticos com propostas como essas”

O vereador de BH, Níkolas Ferreira, cumpriu três agendas no Vale do Aço, neste sábado e domingo (26 e 27), quando ministrou palestras nas Igrejas Projeto Ômega e Batista Missionária, em Ipatinga e Assembleia de Deus, em Cel Fabriciano. O tema central das mensagens, ministradas para mais de 4 mil jovens e adolescentes, foi a importância da consciência cristã para fazer do voto instrumento de proteção aos princípios e valores cristãos.No sábado, o Projeto Ômega sediou o projeto “Conversa Franca”, desenvolvido pelo Movimento Verde Amarelo Vale do Aço, quando cerca de 700 lideranças jovens, evangélicas e carismáticas, ouviram Níkolas explanar sobre ‘O engano que ronda os Cristãos’. “A bíblia condena o uso de drogas, ideologia de gênero, aborto e tudo o que o marxismo propaga. É incoerente ser cristão e apoiar grupos políticos com propostas como essas”, disse, ao lado do também vereador de BH, Ciro Pereira.
O cristão e a política
. À noite, na União das Mocidades das Assembleias de Deus em Cel Fabriciano (Umadcel), o youtuber explanou sobre o tema “O cristão e a política” para aproximadamente 1800 jovens, na sede da denominação, no Centro. “Estamos desfazendo a visão equivocada de que as pessoas sérias não podem mexer com política. A igreja passou muitos anos dizendo que lá é lugar de corrupto. Então eles se apossaram da maior parte dos espaços. Infelizmente!”, lamentou.No domingo pela manhã, foi a vez de cerca de 1500 pessoas lotarem o Centro de Convenções, da Igreja Batista Missionária, no Panorama, em Ipatinga, para ouvirem por quase duas horas o palestrante repassar informações sobre os projetos contrários ao cristianismo. “Temos que estar atentos àquilo que os opositores de Cristo defendem. Eles são enganadores, mas nunca vão estar alinhados com a bíblia. Todo o cuidado é pouco, porque não existe espaço vazio na política e quem escolhe quem vai nos representar é cada um de nós mesmo”, concluiu. 

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