Defendendo a nossa, mas não atacando as outras denominações, e, quando preciso e possível, até as defender.

  • * Aqui sintetizo o problema de saídas das Igrejas, com/o desfiles de ódios, e como é hora de avançarmos numa aliança entre os evangélicos ou de todos que mantêm as doutrinas bíblico-evangélicas básicas, e, ainda, como devemos orientar os que saem duma denominação para outra, ou – o que é pior! – os que ficam no meio do “caminho” (nem, sempre, dO Caminho!!!).

1 MUDANDO AS MUDANÇAS

  • Nós tínhamos nos acostumados a ver gente saindo do Romanismo para o Evangelismo, e, de denominações clássicas ou antigas para denominações pentecostais ou renovadas (neste caso, uma igreja local inteira ou boa parte dela se tornava renovada!), mas, nos últimos anos, tenho visto estar mudando as mudanças, e, para encurtar a conversa, muita gente abandonando denominações evangélicas, destacadamente a Igreja Cristã Maranata, e a fé!!!

2 HERDANDO COM HERANÇAS

  • Ontem (23/4/2026), eu ouvi e vi a entrevista dum ex-sacerdote católico romano, que disse que nunca crera em muitas cousas de sua ainda religião, incluso nas aparições de Maria, e, atualmente, é um teólogo liberal declarado, e, hoje (24/4), no meu celular, estão aparecendo vídeos de muita gente que deixou a batina, o romanismo e o movimento pentecostal ou renovado romanista.
  • E, ao meu ver, tanto o entrevistador como o entrevistado – herdando com heranças! – supramencionados saíram do romanismo, mas – más!!! –, o romanismo não saiu deles, para usar uma frase do “ex-padre” e pastor batista, Anibal Pereira dos Reis, doutor em Direito Canônico, quem muitos livros escreveu nos anos setenta do século e do milênio passados, que dizia de Martinho Lutero, que este saiu do catolicismo, mas, o catolicismo não saiu dele (tirante o radicalismo do Pr. Anibal, em algum sentido ele está certo! Eu não tenho nada contra meus irmãos luteranos, mormente da IELB – Igreja Evangélica Luterana do Brasil –, tendo tido muita comunhão com um pastor dessa Denominação, quando ele, um pastor da Igreja O Brasil Para Cristo e eu éramos relações públicas de uma associação de pastores, da qual eu me tornaria presidente duas vezes, em ambas sucedendo ao Pr. Edvaldo Fernandes Cardoso, da Igreja Batista do Calvário (da Convenção Nacional…), que hoje estaria nonagenário(?), e sido sucedido pelo Pr. Salatiel Fidelis de Souza (19/10/1929-29/7/2020), pastor-presidente assembleiano!!!).

3 ANDANDO ENTRE ANDANÇAS

  • O que eu tenho notado, da parte de algumas (não todas!… Eu conheço algumas gratas exceções, as quais não citarei agora!!!…) pessoas que saíram da Igreja Maranata, é um festival de ódios; eu, que me tornara oposição à liderança da Igreja Presbiteriana do Brasil, nos anos setenta e entrando nos oitenta do século XX, antes, durante e após meu período seminarístico, senti na pele o que o ódio, por menor(!!!) que seja, prejudica a ambos os lados, o de quem odeia, direta e destacamente, e do que é odiado, indireta e em medida menor…
  • Mas, hoje, uma lucidez apareceu – o pr. José de ANCHIETA Fraga CARVALHO (que hoje se diz reformado e fundou uma denominação com a designação Reformada!) chegou a afirmar que, se hoje ele fosse sair da Maranata, ele não iria fundar, imediatamente, uma denominação, como ele o fez, mas, que iria ficar um pouco no banco!!!
  • Creio que devemos como evangélicos nos firmar nas doutrinas fundamentais cristãs-evangélicas, estando firmes em a nossa Denominação, e, também, com (1) unidade espiritual, (2) união institucional e (3) reunião operacional com irmãos de outras denominações, defendendo a nossa, mas não atacando as outras denominações, e, quando preciso e possível, até as defender.
  • + Sim, continuemos firmes em a nossa Denominação, e tenhamos comunhão com irmãos também de outras denominações, e amparemos aos que saírem da nossa Denominação e doutras denominações; e eu tive a alegria de me envolver em vários ministérios indenominacionais – e, sobretudo, interdenominacionais! –, tendo eu alcançado algumas lideranças, mas, ultimamente, estou muito “preso” (bela prisão!!!) na igreja local… e quero voltar a estar… mais… andando entre andanças.

Quem defende que deve haver nisso abastança:

  • Celso de Medeiros Costa, um irmão que defende a boa vizinhança.

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